A importância do Sindicato para o desenvolvimento das empresas, do ser humano e do mundo como um todo

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É tão grande que não pode acabar.
Ultimamente fala-se muito por aí, que os sindicatos vão morrer, mas ninguém justifica as razões para matá-los, como também não se fala da importância que teve e tem a atividade sindical no desenvolvimento das populações e dos países, como o nosso, principalmente. Por tudo isso e com a maioria dos nossos leitores é composta por gente jovem, acredito que falar sobre este assunto nunca é demais, até porque, não se conta de uma vez, assim, sumariamente, uma categoria que tem a importância de um setor que colabora com a geração de empregos, trabalho e bem estar social e também, falar um pouco sobre a história da propaganda não tem a menor contra indicação, por isso é incocebível que se decrete o seu fim.

A atividade empresarial só começou para valer, a partir do momento em que o homem entendeu que precisava se organizar, trabalhando com a família, com os amigos e com a comunidade da qual todos faziam parte. Ou se conscientizavam disso ou não passariam de um bando de franco atiradores, cada um buscando a sobrevivência a seu modo, pouco se importando com os meios utilizados. Com isso ficou provado que o fim não justificava os meios e o que meio, por ser um produto da inteligência do homem, precisaria ter um conteúdo composto de príncipio, meio e fim mas um fim que atendesse às expectativas dos humanos. Um ótimo exemplo disso aconteceu na Inglaterra quando os tecelões foram se organizando em cooperativas, desenvolvendo equipamentos para produção e aposentaram suas rocas, colocando no lugar delas, teares capazes de produzir em maior e com melhor qualidade um dos insumos mais importantes para a vida do ser humano: o tecido.

Com a prestação de serviços, por exemplo, não foi diferente. Falando de Brasil e até o final do século XIX e início do século XX, a atividade da propaganda por exemplo, em 1940, ainda era um emaranhado de corretores e leigos disputando os reclames do comércio, e de indústrias que precisavam anunciar para promover suas marcas e vender melhor seus produtos. Era uma verdadeira “briga de foice” onde só tinha um perdedor: a propaganda que não saia do primarismo.

E aí chegaram as agências estrangeiras, trazidas no bojo dos etores de marketing e vendas, e grandes indústrias, como General Eletric, Ford, Esso, Fleischman Royal, Refinaçoes, GoodYear, Standard Brands, Erwin Waise, Kenyon, Grant Advertising e outras, que muito se aplicaram na formação de nossos profissionais e pouco tempo depois, estes como muito talento e criatividade. Criaram uma atividade de enorme importância para um parque industrial que crescia em proporções gigantescas. Em pouco tempo, o Brasil já contava com uma grande quantidade de anunciantes com potencial de crescimento e agências de qualidade, também em boa quantidade. E aí não dava mais para a indústria usar o simples serviço de corretores de anúncios. Seria muito amadorístico e assim se fazia necessário trabalhar com agências de verdade, como aconteceu em 1841, na Filadélfia (EUA), quando um corretor de anúncios, VOlney B. Palmer movido pela necessidade de atender seus clientes com mais mercados, juntou as tabelas de publicidade dos veículos e montou um escritório especializado no asunto e ali estava instalada a primeira agência de publicidade de que se tem notícia.

O crescimento da atividade industrial e comercial do Brasil tinha proporções quase semelhantes, e simultaneamente se criou uma vasta rede de meios de comunicação, e tudo isso mostrou para a atividade, a necessidade de se organizar para acompanhar o crescimento do país, razão porque as agências, já detentoras do devido know how, decidiram começar a construir o Sindicato das Agências de Propaganda. Os Sindicatos cresceram a partir dos principais mercados e hoje cobrem todo o território nacional. O seu trabalho na união e na organização da ativiade é de extrema importância para a manutenção dos valores éticos e profissionais da propaganda brasileira.

É por essas e outras que não podemos deixar morrer o que temos de melhor.

Author: Marketing

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